quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Veja porque o Linux está à frente do Windows em servidores

Receita de hardware com Linux cresceu 30% no 2.º trimestre de 2010; virtudes em estabilidade e segurança sugerem que não foi por acaso.
O rápido crescimento do mercado para servidores x86 ocorrido no ano passado trouxe boas notícias tanto para o Linux como para o Windows, segundo um relatório divulgado na semana passada pela empresa de pesquisas IDC.
O que nem sempre é ressaltado, no entanto, é a significância que a porção de servidores Linux vem ganhando. As entregas de servidores Windows, em termos de unidade, cresceram 28,2% no segundo trimestre de 2010, quando comparadas com 2009.
Já a receita de sistemas Linux aumentou 30% no trimestre, para 1,8 bilhão de dólares. Os servidores Linux representam agora 16,8% de toda a receita de servidores, 2,5 pontos porcentuais a mais que no segundo trimestre de 2009.
Não é por acaso. O Linux é eminentemente melhor para uso como servidor do que o Windows – melhor que a grande totalidade dos concorrentes, eu diria. Por que? Vamos enumerar as razões.

1::Estabilidade
Os sistemas Linux são conhecidos por sua capacidade de funcionar por anos sem falhas. De fato, muitos usuários Linux nunca viram uma parada de sistema. Isso é ótimo para usuários de todo tipo, mas é particularmente interessante para pequenas e médias empresas, para as quais uma interrupção pode ter consequências desastrosas.
O Linux também lida com um grande número de processos simultâneos de forma muito melhor que o Windows – isso, aliás, é algo que colabora para degradar rapidamente a estabilidade do Windows.
E há a necessidade de reboot. Enquanto as mudanças na configuração do Windows exigem tipicamente um reboot – causando o inevitável downtime – geralmente não há necessidade de reboot no Linux. Quase todas as mudanças de configuração do Linux podem ser feitas com o sistema funcionando e sem afetar outros serviços.
De forma semelhante, se os servidores Windows precisam ser desfragmentados com frequência, no Linux isso foi praticamente eliminado.

2::Segurança

O Linux é nativamente mais seguro que o Windows, seja no servidor, no desktop ou em um ambiente embarcado. Isso se deve principalmente ao fato que o Linux, que é baseado no Unix, foi projetado do zero para ser um sistema operacional multiusuário. Apenas o administrador, ou usuário root, tem privilégios administrativos, e poucos usuários e aplicações têm permissão para acessar o kernel ou outros usuários e aplicações. Isso ajuda a manter tudo de forma modular e protegida.
É claro, o Linux também sofre ataques (menos frequentes) de vírus e malware, e as vulnerabilidades tendem a ser descobertas e consertadas mais rapidamente por sua legião de desenvolvedores e usuários. Até o bug de seis anos de idade do kernel que foi consertado recentemente, por exemplo – algo extremamente raro no mundo Linux – nunca havia sido explorado.
Enquanto isso, internamente, usuários de um sistema Windows podem algumas vezes ocultar arquivos do administrador do sistema. No Linux, o administrador sempre tem uma visão clara do sistema de arquivos e está sempre no controle.

3::Hardware
Enquanto o Windows exige tipicamente atualizações de hardware para acomodar suas demandas crescentes, o Linux é leve, magro, flexível e escalável, e funciona admiravelmente em praticamente qualquer computador, independentemente do processador e da arquitetura da máquina.
O Linux também pode ser facilmente reconfigurado para incluir apenas os serviços necessários para os propósitos de sua empresa, reduzindo ainda mais os requisitos de memória, melhorando o desempenho e mantendo as coisas ainda mais simples.

4::TCO

Não há como superar o Linux no custo total de propriedade, já que o software é geralmente gratuito. Mesmo uma versão corporativa comprada com serviço de suporte será mais barata, de forma geral, que o Windows ou outro software proprietário, que geralmente envolve a compra de licenças com base em números de usuários e uma gama de caros adicionais, especialmente em segurança.

5::Liberdade
Com o Linux, não há fornecedor comercial tentando travá-lo em certos produtos ou protocolos. Em vez disso, você está livre para misturar e combinar e escolher o que funciona melhor para sua empresa.
Em resumo, com todas as vantagens que o Linux fornece no campo dos servidores, não surpreende que governos, organizações e grandes empresas ao redor do mundo – incluindo Amazon e Google – confiem no sistema operacional de código aberto em seus próprios sistemas de produção.
Se você procura por uma distribuição Linux para instalar em seus servidores corporativos, vale a pena considerar o CentOS (ou RHEL, a versão paga da Red Hat na qual se baseia a CentOS), Slackware, Debian e Gentoo.

Americano cria internet sem fio transmitida pela iluminação

Pulsações luminosas são captadas por sensores ligados a computador. Primeira versão de sistema é capaz de atingir velocidades de até 3 mbps.

Uma empresa do interior de Minnesota, nos Estados Unidos, criou uma tecnologia que utiliza sistemas de iluminação para ligar computadores à internet. As informações são transmitidas por meio de pulsações luminosas imperceptíveis a olho nu, e captadas por um sensor ligado ao computador.
Seis escritórios da prefeitura de St. Cloud, onde fica a sede da empresa responsável pelo desenvolvimento da tecnologia, vão receber o sistema nos próximos dias. De acordo com seu inventor, John Pederson, a primeira geração do produto é capaz de atingir velocidades de até 3 megabits por segundo.
Batizado de LVX, em homenagem a "lux", termo em latim para luz, o sistema de Pederson será vendido como uma opção às redes wi-fi, que utilizam ondas de rádio para transmitir dados. De acordo com o inventor, a internet por luz é ideal para distâncias menores, e ajuda a desobstruir as frequências de rádio, atualmente utilizadas por telefonia celular, wi-fi, televisão, telefones sem fio, entre outros aparelhos.
Para transmitir dados por luz, o equipamento recebe a informação da internet, em formato binário - ou seja, em zeros e uns. Instalado, por exemplo, no teto, um conjunto de LEDs (pequenos pontos emissores de luz), pisca no mesmo ritmo destes dados, acendendo para cada 1 e apagando quando o valor a ser transmitido é 0.
A luz chega, então, a um sensor ligado ao computador, que interpreta os valores e, enfim, exibe o conteúdo da internet solicitado pelo usuário. O caminho contrário também é possível: luzes ligadas ao computador transmitem, por exemplo, um e-mail do computador do usuário para o equipamento instalado no teto.
Em 2011, segundo Pederson, a tecnologia será refinada para atingir velocidades maiores. A ideia do inventor é fechar parcerias com companhias de energia para vender o sistema para assinantes de serviços de banda larga por rede elétrica.

Receptor e emissor utilizado para transmitir dados pelo sistema LVX.

Mixer de Som Alsa para o Gnome


Um gerenciador funcional e simples para ajustar as configurações relacionadas aos
dispositivos de som.
para instalar basta digitar no terminal:

#sudo apt-get install gnome-alsamixer

Instalação e Configuração MRTG para DEBIAN

1. #apt-get update
* Atualização de pacotes

2. #apt-get install apache2
* Instalação Apache

3. #mkdir /var/www/mrtg
* Cria o diretorio mrtg

4. #apt-get install mrtg
1. em determinada parte da instalação irá pedir se deseja configurar acesso ao mrtg.cfg ao
usuario MRTG. Por default deixa-se em não.

5. #cfgmaker –output /etc/mrtg.cfg public@ip_da_interface
* Define/Importa as portas/interfaces existentes no pc/router para o arquivo /etc/mrtg.cfg (arquivo a escolher pelo usuario, por default deixa-se mrtg.cfg

6. Acessar o arquivo /etc/mrtg.cfg e editar as seguintes linhas:
Workdir: /var/www/mrtg *Diretório para conter os graficos gerados.
Options[_]:growright, bits *Tipo de gráfico. (direita – esquerda) e tipo bits/s
Refresh: 300 *Tempo para browser atualizar a página
Interval: 5 *Tempo em que se atualizara o gráfico
Language: Brazilian *Linguagem
RunAsDaemon: Yes *Para rodar o MRTG como daemon(Processo)

7. #env LANG=C /usr/bin/mrtg /etc/mrtg.cfg
* Inicializar o serviço.
*o conveniente e correto é criar um script e jogar para dentro do update-rc.c para que inicialize juntamente com o sistema.

8. #indexmaker -output=/var/www/mrtg/index.html /etc/mrtg.cfg
* Cria a pagina index.html com as referencias passadas pelo arquivo /mrtg/cfg

9. #/etc/init.d/apache2 restart
• Reinicia o serviço Apache2

Obs.: Interessante ressaltar que foi testado em um Sistema Debian. E que na rede havia um
Router Cisco.

Arthur Francisco Lorenzon

Duvidas e/ou Sugestões: af.lorenzon@gmail.com